Diamante de Gould

gould1

Nome Cientifico: Chloebia gouldiae
Origem: Australiana
Distribuição: Espécie em risco de instinção
Família: Passeridae
Esperança de Vida: 7 anos
Tamanho: 12 a 14 cm
Determinação do sexo: Machos com cores mais intensas
Tipo de nidificação: Caixas semi-abertas
Incubação: 13 a 15 dias
Postura: 4 – 6 ovos
Plumagem: aos 12 dias
Alimentação: Granívora
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
ubordem: Passeri
Família: Passeridae
Género: Chloebia
Espécie: Chloebia Gouldiae

 

História
Vistos pela primeira vez no ano de 1883, por uma expedição francesa, na costa da Nova Zelândia, quando se encontrava esta em trânsito para a Austrália. Os membros desta expedição, com finalidade científica, ao aportar esta ilha observaram uns pássaros de cores chamativas e que eram muito abundantes, sobrevoando os altos arbustos. Eram Diamantes de Gould. Só puderam capturar três espécimes, os descreveram e decidiram considerá-los como uma nova espécie (Poephila Mirabilis), que traduzindo significa Poe = erva ou grama, phila = amante e mirabilis = maravilhoso. Todos os diamantes capturados eram adultos de cabeça vermelha.

O ornitólogo John Gould, que se encontrava a explorar a Austrália, registou nos seus apontamentos que tinha avistado um ninho de Poephila. Outro cientista descobriu na península de Cobourg uns outros pássaros similares, mas de cabeça negra. Foi quando John Gould pensou que era uma nova espécie, que chamou de Amadina Gouldiae. Apesar da sua semelhança, a diferença da cor pareceu-lhe digna de consideração.

Neste momento existe ainda polémica sobre o nome científico desta espécie, visto apenas ser uma única, com certos disformismo. Não demorou muito a comprovar-se que “Amadina Gouldiae” era “Poeplhila Mirabilis” com uma particularidade. É que o Diamante de Gould apresenta uma particularidade muito pouco comum, para uma mesma espécie existem distintas variedades, uma de cabeça negra e outra de cabeça vermelha, que podem conviver e reproduzir-se aparentado-se entre elas. Actualmente existem mais variedades.

Os primeiros Diamantes de Gould foram transportados para a Inglaterra no ano de 1887, onde foram recebidos com entusiasmo por parte de aficionados e criadores. Em 1896 foram expostos em Paris os primeiros exemplares vivos de Diamantes de Gould e no ano seguinte em Berlim. O Inglês P.W.Teague foi o primeiro a obter a reprodução do Diamante de Gould, estudando umas 24 gerações e publicando suas observações na Avicultura Magazine entre 1931 e 1946. E aqui começa a grande expansão dos Diamantes de Gould entre os aficionados pela avicultura.

Gould em uma de suas obras escreveu: “Se novidade é um atrativo, quando a novidade se une a beleza e a elegância, o atractivo resulta consideravelmente em realeza.”

Actualmente encontram-se em perigo de extinção na natureza devido às espécies introduzidas no seu habitat natural e devido ao fogos que cada vez são mais frequentes.

 

Comportamento

Os Diamantes Gould são animais calmos, que apreciam a companhia de outras aves, e na natureza vivem sempre em bandos grandes. Podem relacionar-se muito bem com o criador, desde que sejam bem tratadas. Os Diamante de Gould vivem em harmonia entre si, mesmo durante a época de gestação das fêmeas. Se possível, o melhor que podemos fazer é manter estas aves a viver em conjunto e não individualmente ou em casais. Outro factor importante é manter sempre mais machos do que fêmeas para que elas possam escolher entre eles. Geralmente o casal, após o acasalamento fica muito unido, não sendo aconselhável separá-los. O canto é bastante melodioso.

Reprodução

Para cortejar a fêmea, o macho faz uma dança impressionante de ver. Ele curva-se perante ela, balança a cabeça por uns 10 segundos (nesta posição) e logo após, começa a saltitar com o peito estufado e com o olhar fixo na fêmea. Sexualmente maduros a partir dos 10 meses, as fêmeas de Diamante de Gould fazem posturas entre 4 a 8 ovos. O ninho dos gould é construído a partir da corda de cânhamo ou musgo, feno, sisal e fibra de coco, em caixas semi-abertas. Tanto o macho quanto a fêmea ajudam a chocar os ovos, e a cuidar dos filhotes após o nascimento. Os machos cuidam do ninho normalmente durante o dia e a fêmea à noite. Os ovos são chocados cerca de 14 dias. Os diamante-de-gould, assim que nascem, são cor-de-rosa e despidos até aproximadamente 12 dias, quando as primeiras penas começam a aparecer. A plumagem surge após as primeiras três semanas, altura em que os filhos abandonam os ninhos, mas de forma definitiva só depois de três a quatro meses. As crias atingem a independência entre os 45 e 50 dias, altura indicada para as separar dos pais e permitir que estes iniciem uma nova postura. Os Diamante de Gould são muito difíceis de criar, sendo pratica comum entre os seus criar o recurso a amas, nomeadamente a Bengalins do Japão ( ver mais em Bengalim do Japão ).

Alimentação

Na natureza, preferem se alimentar no alto do que no solo. Preferem sementes, mas também necessitam de insetos, de alto valor proteico. Podem-se alimentar sozinhos ou em grupo. Em cativeiro, deve-se alimentá-los com alimentos diversificados. Comem sementes (alpista, painço branco, painço português, senha, milheto, gergelim branco e com casca), verduras (almeirão e chicória), vinagre de maçã fermentado naturalmente (uma vez por semana). Fornecer papas com os probioticos indispensáveis ao equilíbrio da ave e que se encontram disponíveis no mercado para exóticos. Estas aves gostam também de ingerir pequenas pedras para ajudar na sua digestão, pelo que, deve manter sempre disponível e no fundo da gaiola se possível, GRIT e casca de ovo de galinha misturado com areia. Como todas as aves, precisa de água fresca e comida mudadas diariamente. Além do bebedouro, mantenha se possível uma banheira em permanência com água limpa e fresca.

Distinção entre sexos

A distinção entre machos e fêmeas pode ser feita através das penas, que são menos brilhantes nas fêmeas, e que geralmente não possuem a faixa azul na parte anterior da cabeça. Além disso, o bico das fêmeas adquire uma coloração mais escura na época da gestação.

Os diamante de Gould jovens são distinguidos por suas cores, com a cabeça, lados e garganta cinzentas. A parte traseira, asas e penas da cauda são verde-azeitona. A parte de baixo é castanho-pálido. Os bicos são negros com ponta avermelhada. As pernas e pés são castanhos claro. Os machos são os mais coloridos, variando entre as cores roxo, preto, verde, amarelo , branco e vermelho, com o bico amarelo claro e pontas da mesma cor da face. Medem normalmente de 12 a 14 cm.

diamante-de-gould-casal

Alojamento

Os Diamantes de Gould podem viver tanto ao ar livre como num viveiro fechado. As gaiolas também podem ser utilizadas, mas não proporcionam o espaço adequado para esta ave ter o movimento e liberdade de que necessita, o que pode provocar obesidade. Se forem criados em espaço fechado, devem ser colocadas ao sol de tempos em tempos, já que os Gould adoram a luz do sol. A temperatura ideal para estas aves é de 15 a 25 graus Celsius.

Exposições: Participam desde há muito em exposições e seria muito estranho não os encontrar.

Genética

 

Aparência e Variedades: Existem três variedades de cores entre o Diamante de Gould: cabeça-vermelha, cabeça-preta, e cabeça-laranja. Os nativos achavam que se tratavam de espécies diferentes, mas depois descobriu-se que se trata de uma única espécie.
Mutações do Diamante de Gould:
Cabeça: Vermelha, Preta, Laranja
Peito: Branco, Roxo, Lilás
Barriga: Amarelo

Manto: Amarelo, cinza-claro, azul, etc.

Quadros de cruzamento entre diamantes de gould:

CN – cabeça negra ;

CV – cabeça vermelha ;

CL – cabeça laranja;

CVpcl – cabeça vermelha portador de cabeça negra;

CNbl – cabeça negra com bico laranja

CVpcl – cabeça vermelha portador de cabeça laranja ;

Pontos de acção da genética

“Nesta espécie existem 3 zonas distintas, todas elas afectada por diferentes genes o que por um lado facilita as coisas, mas complica o trabalho necessário para as combinar. Temos a cabeça que pode ser vermelha, preta ou laranja (erradamente denominada amarela ,pois uma verdadeira mutação amarela está agora a ser desenvolvida). As combinações em que esta zona surge branca ou cinzenta (vulgar nos prateados) são geneticamente indivíduos de cabeça preta. O corpo (costas) é na variedade normal verde existindo mutações amarelas e azuis, que podemos combinar para obter prateados e argentes. Por fim o peito pode ser roxo ou branco. Geneticamente todas estas acções são independentes (ou quase…).

Vejamos cada um dos fatores existentes por zonas:

Cabeça Vermelho – Dominante sobre o preto e ligado ao sexo.

Preto – Ligado ao sexo. Recessivo para o vermelho mas dominante sobre o amarelo.

Laranja – Recessivo autossómico para o preto mas epistático sobre o vermelho.

Peito Roxo – DominanteBranco – Recessivo

Corpo Verde – DominanteAmarelo – Codominante ligado ao sexo

Azul – Recessivo

A cabeça merece uma análise mais profunda que será feita mais adiante. Em relação ao corpo é fácil perceber como funcionam as coisas. A variedade selvagem é verde, como o amarelo é codominante ligado ao sexo apenas os machos podem ser portadores (pastéis). Neste caso a cor das costas é um verde claro pois o amarelo vai diluir esta zona. As fêmeas ou são amarelas ou normais. Todos os filhos de uma fêmea amarela com um macho normal serão pastéis e as filhas normais. Num casal macho pastel e fêmea normal teremos todas as crias amarelas como fêmeas e alguns machos pastéis. Um macho pastel com uma fêmea amarela produzem amarelos de ambos os sexos e pastéis. Dois amarelos só produzem amarelos. O azul é recessivo e portanto a ave tem de receber o gene azul de ambos os pais. Os verdes podem ser portadores de azul e os azuis que forem combinados com o gene amarelo vão ficar mais claros devido ao amarelo ser co-dominante. Um macho azul pastel é chamado de “argenté” pois a sua coloração é um bege claro e um macho azul amarelo é um prateado. Os brancos são fruto da combinação complexa de pratas com azuis de cabeça preta (fenótipo cabeça branca) amarelos de peito branco. Em relação ao peito o roxo é dominante e o branco recessivo. As variedades mais espectaculares são os prateados e os brancos, mas para isso temos de combinar os vários factores no mesmo pássaro. Isso requer muitas contas e um bom conhecimento da genética das aves com que trabalhamos. Claro que haverá criadores que defendem os contrastes das linhas clássicas com toda a sua razão!! Mas a combinação dos diversos factores até à produção de indivíduos brancos ou prateados é muito interessante e produz aves de grande valor genético. Existem já algumas novas mutações, mas são raras, nomeadamente os inos e factores de diluição e escurecimento, pelo que sei muito pouco sobre estas para as descrever. De qualquer modo deve demorar no mínimo uns anos até que quem as tem de momento se “farte” e deixa sair uns quantos até Portugal!

Acção bioquímica na formação da cor da cabeça:

A melanina é o único pigmento presente na coloração da cabeça em Goulds de cabeça preta. A Cantazatina (um beta-caroteno) é o único responsável pela cor vermelha, enquanto que um alfa-caroteno é determinante da cor laranja. Podemos ver que os vermelhos e amarelos são totalmente distintos e não uma diluição da mesma cor vermelha como por vezes se pensa. O processo bioquímico assenta em pigmentos totalmente distintos. Também a própria estrutura das penas é diferente em aves de cabeça preta, vermelha e amarela, nomeadamente pela redução das barbelas nas cabeças vermelhas e amarelas o que pode indicar a presença de um segundo gene em ligação absoluta com estes que também afecta este factor. A acção genética por detrás das diversas cores de cabeça prende-se com a capacidade de determinados genes se desviarem da produção de pigmentos responsáveis pela formação de uma destas cores. Isto é particularmente evidente no caso da cabeça laranja que é obtida por uma transformação dos pigmentos da cabeça vermelha, daí que o gene para vermelho também tenha de estar presente.

Mecanismos genéticos da cor da cabeça em Diamantes de Gould

A cor da cabeça nestas aves pode apresentar 3 tipos : vermelho, preto e amarelo. A explicação completa dos mecanismo que a controlam é demasiado extensa pelo que apenas se apresenta uma breve noção. No capítulo referente a genética são explicados alguns termos e mecanismos básicos de transmissão genética. A interacção das diferentes zonas torna o cálculo genético mais complexo para esta espécie uma vez que temos de considerar sempre as diversas áreas como uma parte da combinação final. Esta tarefa é muito facilitada pelo uso de um calculador genético para diamantes de Gould. A cor da cabeça está dependente, assim como a do corpo, da constituição genética da ave (conjunto dos seus genes). Aquando do acasalamento e da fertilização cada progenitor passa metade da sua informação genética (que têm em duplicado) à cria. Como os pais podem ser geneticamente diferentes a cria terá um fenótipo (manifestação da constituição genética) que resulta do modo como as duas metades recebidas dos pais actuam entre si. Neste caso específico o gene que têm a ordem para cabeça vermelha domina o da cor preta, mas o preto domina o laranja ao mesmo tempo que o laranja “domina” (na realidade esconde…) o vermelho. Parece confuso, mas na verdade não é. Os genes para vermelho e preto estão nos cromossomas sexuais, nomeadamente no cromossoma Z. Nas aves o sexo é determinado por um par de cromossomas Z e W, fêmeas são ZW e machos ZZ. Assim, nos machos existem dois locais disponíveis para estes genes ligados ao sexo, o que faz com que a transmissão seja semelhante aos caracteres autossómicos. Nas fêmeas por seu lado existe apenas um local e qualquer alelo presente, mesmo que recessivo, é o que irá ser expresso no fenótipo. A transmissão da cor da cabeça nos Goulds é mais simples de perceber assumindo a cabeça preta como o fenótipo normal e estudando o efeito da presença dos outros genes para vermelho e amarelo. Através deste processo é possível descrever todas as combinações sem acrescentar o problema da hereditariedade da cabeça preta. Assim sendo, uma fêmea de cabeça vermelha só tem um gene vermelho pois só tem um cromossoma Z, mas um macho pode ter um gene vermelho e um gene preto ao mesmo tempo (um em cada cromossoma Z). Como o vermelho domina o preto este macho tem cabeça vermelha. Uma fêmea que tenha um gene para o preto tem de ter cabeça preta porque só tem um cromossoma Z, enquanto que um macho de cabeça preta tem de ter dois genes de preto, um em cada cromossoma. Até aqui ainda é simples porque estes genes estão no mesmo cromossoma. O laranja por sua vez não está nos cromossomas sexuais, mas sim nos autossomas. Funciona como o preto, são precisos dois genes laranjas para se mostrar, mas, além disto, como o preto domina o laranja é preciso que esteja também presente pelo menos um gene vermelho nos cromossomas sexuais. Isto é, só aves de cabeça vermelha pura (ou portadoras de preto) poderão ter crias de cabeça laranja (ou um cabeça preta desde que cruzado com outro de cabeça vermelha). Neste caso o laranja vai esconder o vermelho mas precisa que este esteja presente para dominar o preto. Uma ave de cabeça preta pode ser portadora de laranja mas nunca o mostra. Isto acontece porque é preciso que o gene vermelho desvie a produção de pigmento de preto (eumelanina) para vermelho (beta-caroteno) para que o laranja possa levar à produção da cor laranja (alfa-caroteno). Isto tudo faz com que os resultados obtidos com as cores vermelhas e preto afetem directamente a expressão do laranja e estejam dependentes do sexo dos progenitores e crias. Muita das dificuldades em perceber correctamente este processo resulta de se esperar e trabalhar este factor como uma transmissão normal com hereditariedade clara, o que não é verdade.Neste caso o mais fácil para percebermos rapidamente como funciona é a comparação ao jogo do pedra, papel e tesoura. O preto domina o laranja, mas o vermelho domina o preto, no entanto o laranja domina o vermelho. A cabeça preta é o fenótipo mais abundante no estado selvagem. Na realidade as populações selvagens com diferentes colorações de cabeça formam sub-espécies por habitarem diferentes zonas do continente australiano o que dificulta o cruzamento entre elas e assim permitiu fixar os respectivos genes. Alguns autores assumem portanto a cabeça preta como uma ausência de genes modificadores da cor da cabeça. É herdada como um gene recessivo ligado ao sexo. O vermelho é um gene ligado ao sexo dominante sobre o preto. Os machos de cabeça vermelha podem ter 1 gene vermelho (vermelhos FS) ou 2 (vermelhos FD). Caso não tenham nenhum são de cabeça preta. Como estes genes estão no cromossoma Z a fêmea pode apenas ter um gene vermelho ou preto, nunca um de cada como os machos. Assim, uma fêmea de cabeça vermelha tem só um gene de cabeça vermelha e porque o seu cromossoma Z é sempre passado aos filhos macho (que recebem o outro cromossoma Z do pai), todos os machos filhos de uma fêmea de cabeça vermelha terão cabeça vermelha, excepto se herdarem também dois genes autossómicos para cabeça laranja.Uma das regras é que fêmeas de cabeça vermelha produzem sempre filhos de cabeça vermelha ou laranja. O inverso significa que machos de cabeça preta têm de ter mães de cabeça preta. Machos de cabeça vermelha podem produzir filhos de qualquer umas das três cores, dependendo da fêmea com que os acasalemos e de serem ou não portadores de laranja. A cabeça laranja resulta da interacção de um conjunto de genes com os determinantes de cabeça vermelha ou preta. É transmitida como um gene recessivo autossómico pelo que requer dois alelos para ser visível. Além disso, como o preto domina o laranja também necessita que exista pelo menos um gene vermelho nos cromossomas sexuais do indivíduo. Daqui podemos calcular que crias de casais de cabeça laranja podem ser de cabeça preta, embora sejam todos fêmeas (se o macho for vermelho FS), ou todos de cabeça laranja se o macho for vermelho FD. Ambos os sexos podem ser portadores de laranja sem isso ser visível. Apenas nos cabeças pretas se pode distinguir os portadores de dois genes laranjas pois estes têm a ponta do bico alaranjada (no entanto está escondida pelo preto).

Espero que esta informação possa servir de ajuda a todos aqueles que como eu tentam estabelecer linhas puras de reprodutores nesta e noutras espécies e demonstre a importância da genética na avicultura para uma correcta selecção e acasalamento.

 
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  1. José Carlos Bessa

    Ola1,parabens pelo lindo trabalho que vem sendo realizado,que Deus os Abençoe sempre,noddo trabalho é científico com Amor,respeito,ética e integridade, só assim conseguiremos alcançar a prosperidade em nosso trabalho de conservação e proteção dos nossos irmãos pássaros e outros seres sob nodda responsabilidade no nosso querido Planeta construindo com qualidade de vida a todos nós!Mui obrigado irmãos,de Jo´se Carlos Bessa. Vcs. teriam goulds na cor prata?a venda?

  2. Tenho um casal desses passaros e a femea coloca os ovos no chao do viveiro e depois come os ovos. Ja fez isso varias vezes. Disseram que era falta de calcio, comprei a pedrinha de calcio e osso de baleia e nao adiantou.

    • Olá.
      Pode ser falta de cálcio,como vício. Mas o ninho é próprio para goulds? Há quanto tempo colocou o cálcio à disposição? O cálcio demora a ser assimilado pela ave. Para aproveitar os ovos fique atenta e retire os ovos antes dela os comer e coloque em bengalins.

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